"Há vida para além da austeridade e a isso chama-se combater a subsídio-dependência, reformar sem medos e receios contra lóbis e proteccionismos", afirmou Santos Pereira na conferência "O Estado e a Competitividade da Economia Portuguesa", organizada em Lisboa pela Antena 1 e pelo Jornal de Negócios.
O governante reiterou que "o relançamento do crescimento económico através de subsídios e medidas de curto prazo, não é mais possível", pelo que "Portugal tem de levar a cabo as reformas estruturais de que precisa".
Considerando que Portugal não pode voltar a obras públicas "faraónicas", Santos Pereira disse que estas só serão feitas se tiverem o objectivo de "melhorar a competitividade da economia portugueses", por exemplo, tornando as exportações mais baratas através da "um modelo de ferrovia de bitola europeia".
O governante considerou ainda que a reestruturação do sector empresarial do Estado e, em especial, do sector dos transportes é "verdadeiramente histórica" e que o plano de privatizações é "fundamental para diminuir o papel do Estado na economia e torná-la mais dinâmica e competitiva".
trabalho realizado por : Bárbara Nunes 12ºD nº4
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