O Desenvolvimento
Desde o desenvolvimento de infra-estruturas, que passa pela banca e pelo sector de turismo, Angola vive um momento de grande desenvolvimento e progresso social. É essa a realidade neste país, apesar das atenções que certas fontes incidem so
Os projectos na área da saúde, educação, água e saneamento básico foram financiados pelo Fundo Social de Ajuda (FAS) no Moxico, com intuito de desenvolver o interior do país.
Foca-se em projectos sociais e económicos e tenta reforçar ou construir infra-estruturas e acomodação administrativa.
Negócios e banca
De acordo com as cifras emitidas pela ANIP, o gigante British Petroleum investiu 8 biliões de USD na construção de infra-estruturas pela produção, armazenamento e transporte de petróleo enquanto o banco BFA abre duas agências na cidade de Luanda (na Sagrada Família e Pelourinho).
BFA tem agora 45 agências em Luanda e 75 no país.
Agricultura
Na área da agricultura, a primeira Feira de Agricultura e Gado abriu em Huambo, e foi realizada entre 22 e 30 de Setembro, unindo produtores das províncias de Benguela e Huila, facilitando o intercâmbio de experiências e o estabelecimento de firmas e oportunidades de negócio.
Turismo
“O Turismo Abre Portas a Mulheres” foi o lema da cerimónia no dia mundial do turismo, presidido pelo Ministro de Hotéis e Turismo, Eduardo Jonatão Chingunji no dia 27 de Setembro de 2007.
No evento houve palestras, exposições e foram revelados aspectos do programa nacional de turismo, que passa pelo projecto regional, incluindo cinco países membros da SADC, Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Zimbabué e Angola.
•“As pessoas são a verdadeira riqueza de uma nação. Elas não são apenas os beneficiários do progresso económico e social, são também os seus agentes, quer individualmente quer como participantes em causas comuns com os outros”.
• PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Existem dois problemas:
Não há população suficiente para desenvolver o País. Ainda em plena época colonial, e desde cedo, os estudiosos debruçaram-se sobre a «carência demográfica de Angola».
Eles apontavam como causas determinantes da fraca densidade populacional e do pequeno crescimento das populações nativas, entre outras.
A tremenda razia demográfica operada durante a escravatura, as endemias tropicais, o alcoolismo, a mortalidade infantil e a dispersão familiar determinada pelas migrações do trabalho.
Era necessário o triplo da população portuguesa, instruída, bem alimentada e saudável para que o país avançasse.Segundo Problema:
É o mais abominável dos obstáculos, o mais aterrador dos cenários:
13 dos escassos 14 milhões de angolanos vivem na mais absoluta degradação humana que, segundo o PNUD, é mais do que privação de rendimentos e de alimentos.
A pobreza humana é também “a negação de escolhas e oportunidades para viver uma vida aceitável, tais como a educação e saúde escassas, privação de conhecimento e comunicação, falta de condições para exercer os direitos humanos e políticos, e ausência de dignidade, confiança e respeito próprio”.
O país não desenvolve porque a população é gerada em famílias degradadas, nascem em condições degradadas, crescem em ambiente degradado e sobrevivem em condições degradantes, não estão em condições de «arregaçar as mangas e reconstruir o país», não estão à altura de trazer o desenvolvimento para Angola e fazer desta terra um grande país.
Os chineses em Angola:
Em 25 Jan 2011 as autoridades Chinesas, através do Eximbak da China, concederam a Angola um credito no valor de 2,4 mil milhões de dólares norte americanos, para o programa de reconstrução nacional.
Informações postas a circular por diversos órgãos de comunicação, indicam que os acordos entre Angola e China prevêem a chegada, ao território angolano, de um grande número de cidadãos chineses.
A imigração chinesa, pela sua natureza, introduz um contraste de culturas e modos de vida muito marcado.
Há simultaneamente uma dinâmica de integração e conflito. Isto conduz à tendência da protecção da comunidade e dos negócios, ao mesmo tempo que se descobrem casos de confrontações entre as várias comunidades com suspeitas das populações angolanas do envolvimento das máfias chinesas.
Já o economista, Filomeno Viera Lopes, disse que, sendo a China um dos países mais profícuos no fabrico de produtos falsificados, Angola é um destino privilegiado de escoamento
Presença chinesa em Angola gera sub-ecónomia
A presença chinesa em Angola já ultrapassou a área da construção civil, que foi o sector que abriu portas ao gigante asiático, por vontade própria dos agentes económicos chineses, criando uma sub-economia no país.
Segundo Alves da Rocha, os sinais da presença chinesa em Angola estão à vista nas estradas e ruas de todo o país, com anúncios na língua chinesa, "o que faz pressupor que há já um sub-mercado, uma sub-economia em Angola entre os chineses".
É necessário analisar-se também "até que ponto é que a China constitui ou não uma ameaça para o crescimento económico de África, e mais concretamente de Angola".
Portugueses em Angola:
Não existem dados estatísticos sobre quais são os sectores de actividade que absorvem mais mão de obra portuguesa. Porém, a construção civil e a indústria serão dos mais relevantes, já que ambos foram dos que mais cresceram e que mais necessitam de trabalhadores qualificados.
Os principais destinos das exportações dentro do comércio com países terceiros são os Estados Unidos, os Países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP), com destaque para Angola, Singapura, o Brasil e a China.
As exportações para os mercados extra-comunitários, em termos de sectores, ocorrem em primeiro lugar no grupo das máquinas, seguindo-se os produtos energéticos , o grupo dos produtos nos sectores da madeira, cortiça e papel, e o sector dos produtos agro-alimentares.
Brasileiros em Angola:
Uma boa parte dos brasileiros que vão para Angola ocupa, altos cargos em empresas multinacionais. Para convencê-los, usam como argumento os salários que chegam ao triplo do que recebiam no Brasil, as moradia, os carro com motorista e passagens aéreas para rever a família - em média, a cada dois meses.
Segundo a Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran), há mais de 50 firmas brasileiras instaladas no país africano hoje.
"O país está em grande crescimento económico. E isso dá-nos a possibilidade de crescer também", afirma o director de relações institucionais da Aebran, Marcos Alexandre da Silva, um economista que se mudou para lá há dois anos. Actua como director Comercial da Andrade Gutierrez.
Quem puxou a fila das empresas brasileiras para lá foi o grupo Odebrecht, instalado em Angola desde 1984.
Quem puxou a fila das empresas brasileiras para lá foi o grupo Odebrecht, instalado em Angola desde 1984.
Construíram hidroeléctricas, investiram na urbanização na parte de Luanda Sul e criaram um programa de saneamento e requalificação urbana em Luanda.
http://www.odebrecht. com
ANGOLA INTERROGADA
"O PAÍS NÃO TEM DONO, ANGOLA É DE TODOS NÓS! Os vários anos de guerra destruíram a vida espiritual do angolano. O amor esfriou-se completamente e ninguém quer saber do amanhã. Estamos todos a correr atrás de carros e casas. Comissões daqui e gasosa dali. Por isso, o País ficou preso na improdutividade e na corrupção. É hora de mudarmos este quadro feio pintado de sangue. Baixem as armas dos partidos e levantem os cérebros. O País deve ser colocado em primeiro lugar".
(MCK, Rapper angolano)
trabalho realizado por: Bárbara Nunes e Carolina de Sousa
12º D
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